No inicio do séc. XX, entre 1906
e 1908, surgem
as primeiras denominações
pentecostais, que apesar de
não terem a pretensão de fazerem uma ruptura nas formas tradicionais e nos grupos protestantes, se reúnem em pequenos grupos e ocorre um grande mover do Espírito Santo e começa um avivamento com aceitação parcial desta manifestação nas denominações mais tradicionais.
Em 1948
nos EUA o
movimento Chuva Serôdia
vem destacar a
imposição de mãos para
o Batismo no
Espírito Santo, os
cinco ministérios (Ef.
4:11,12); o movimento da
Cura Divina (T.
L. Osborne –
década de 50)
vem destacar a promessa de
Is. 53:5; o Movimento Carismático principia
na década de 60 entre as
denominações tradicionais (batistas,
presbiterianos e metodistas)
e chega
até os católicos romanos na década de 70.Mesmo com os
movimentos de restauração da igreja e com o avivamento
pelo Espírito Santo, muitos cristãos se mantém preso à ideia anterior da igreja nos
prédios, sem entender inicialmente que o crescimento se consolida de casa em casa
.
Somente na década de 90 começamos a compreender esse fundamento , foi quando surge na
Coréia o movimento
de células, na
igreja do Evangelho Pleno, através
do pastor David
(Paul) Young Cho.
Uma igreja cuja
marca é a oração
intensa, a busca de Deus, e o cuidado das pessoas em pequenos grupos.
O movimento de células começa a se espalhar
pelo globo, com variantes na forma
de se aplicar e organizar. A igreja volta a experimentar um crescimento explosivo
através dos pequenos grupos.
Hoje
as igrejas em
células são reconhecidamente as
maiores em número, em influência
na sociedade, em
vida de oração
e santidade, no
discipulado e em
formação de líderes e implantação de novas igrejas.
Quando surgiu
o movimento de igreja em
células no Brasil, muitas
igrejas começaram
a adotar o modelo como uma técnica de crescimento rápido. Igrejas foram
colocadas em células
da noite para
o dia, apenas
com alguns seminários
e palestras sobre células.
Muitas
igrejas mudaram de estrutura
muito rapidamente, gerando muitos problemas: lideres
de células que
não sabiam cuidar
de outros, pessoas
se vendo obrigadas
a ir em
grupos com outros
que não conheciam;
pessoas que abriram seus
corações esperando ajuda
e receberam criticas,
foram alvos de fofocas
etc. O
resultado é que
muitas pessoas começaram
a ver células
como algo negativo,
algo que estava destruindo a igreja e não edificando.
Na Comunidade
da Graça os grupos se chamavam GRUPOS
FAMILIARES e ao
adotar mais intensivamente o
modelo em células,
a Comunidade da Graça
fez algumas mudanças no funcionamento dos antigos grupos familiares, a
fim de se tornarem mais flexíveis, gerarem lideres, pastorear as pessoas e se multiplicar
com qualidade. Um novo nome foi adotado para estes
grupos que deixavam de ser os grandes grupos
familiares para serem
os pequenos grupos,
as células. Entretanto, devido
a muitas experiências
negativas de muitos
grupos evangélicos com
o nome célula , e para não confundir o
nosso tipo de grupo com o que se
convencionou chamar
de célula, adotamos
o termo GCEM
como uma alternativa
ao nome
célula. A sigla sinaliza o que
deve acontecer numa célula da
Comunidade da Graça – Comunhão, Edificação e Multiplicação.
Atualmente
o termo célula
tem uma conotação
mais positiva do que negativa devido
ao excelente trabalho
de muitas igrejas
em células, e hoje chamamos
nossos grupos tanto de células como de GCEM.